Cidades / Paraíba

Dono de bar e clientes são presos em Guarabira por descumprirem medidas preventivas contra covid-19

De acordo com a Polícia Militar, essas pessoas infringiram o artigo 268 do Código Penal Brasileiro, destinado a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa, e dos decretos estaduais vigentes que impõem medidas de prevenção contra a covid-19.
person access_timePostado em 05/07/2020 14:43 Atualizado em 05/07/2020 14:47 chat_bubble_outline

Polícia Militar prende dono de bar e clientes por descumprimento de medidas preventivas contra a covid-19. (Foto: Divulgação/4ºBPM)

Seis pessoas, incluindo o dono de um bar e clientes, foram presos por policiais do 4º Batalhão de Polícia Militar na noite do sábado (04), na zona rural do município de Guarabira, a 98 km de distância da Capital. De acordo com a Polícia Militar, que efetuou a prisão, essas pessoas infringiram o artigo 268 do Código Penal Brasileiro, destinado a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa, e dos decretos estaduais vigentes que impõem medidas de prevenção contra a covid-19. 

Os policiais, sob o comando do tenente-coronel Gilberto e a supervisão do major Silva Ferreira, realizavam a Operação Previna-se, paralela à Operação Nômade, quando tomaram conhecimento de que estaria havendo uma aglomeração de pessoas no Sìtio Contendas. Ao chegarem ao local, as guarnições confirmaram a veracidade da denúncia, constatando que as pessoas estavam sem máscaras e ingerindo bebidas alcoólicas no interior de um bar. 

Durante as abordagens, houve resistência das pessoas presentes ao trabalho dos militares, inclusive uma mulher que estava em meio à aglomeração tentou obstruir a ação policial, favorecendo a fuga de outras pessoas através de uma residência que fica na na extensão do bar. As seis pessoas detidas foram conduzidas à delegacia para os procedimentos legais. 



No percurso, a mulher que favoreceu a fuga de outros infratores sentiu-se mal e foi levada ao hospital para receber assistência médica, tendo sido qualificada indiretamente. Ela irá responder judicialmente junto com os demais conduzidos à delegacia a um TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência).


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